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São Paulo da esperança, da democracia e das mulheres

Sao Paulo da esperança, da democracia e das mulheres

Estamos com Carina Vitral e a Bancada Feminista

Por muito tempo, as mulheres não tiveram espaço na política. Desde sempre, o poder foi ocupado por interesses privados e não representou a maioria da população. Hoje,  vivemos a pior crise humanitária e econômica da história da nossa capital. Neste ano, teremos a eleição municipal mais importante de nossas vidas e não temos dúvida: Carina Vitral e a Bancada Feminista têm a coragem e o compromisso necessários para fazer a diferença na Câmara Municipal de São Paulo.

 

Nós apoiamos a Bancada Feminista porque essa é a alternativa coletiva, de luta e que tem capacidade de enfrentar, através de um mandato de vereadora, o desafio de reedificar a cidade. Precisamos nos unir para superar esse momento em que vivemos as tristes consequências sociais e econômicas causadas pela pandemia, resistindo à tragédia do governo bolsonaro e à sua política que aumenta o abismo entre ricos e pobres através da destruição dos direitos de quem mais precisa do amparo do Estado.

 

O poder público pode e deve reerguer a vida das pessoas e podemos começar pelas cidades. Para isso, é preciso interromper a sanha privatista do “vender, vender e vender”, invertendo essa lógica através da implementação de políticas públicas indutoras do desenvolvimento humano, social e econômico na capital. Agora os paulistanos precisam, ainda mais, de uma cidade que promova o acesso ao emprego digno, à educação, ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ações que ampliem os serviços de Assistência Social.

 

São Paulo pode ser vanguarda entre as cidades brasileiras na garantia de empregos de qualidade e oportunidades ao reconstruir o nosso setor cultural, um dos mais atingidos pelos efeitos trágicos do coronavírus. Para chegarmos lá, é necessário que valorizemos os artistas das periferias e do centro, do carnaval ao sarau – tudo isso a partir do estímulo à vocação multicultural e transformadora da cidade.  

 

Podemos transformar São Paulo na cidade da solidariedade, fortalecendo iniciativas que sempre existiram nas periferias e que agora se ampliam durante a pandemia, apesar de todo o sofrimento vivido pela população. A nossa capital precisa combater a desigualdade social e acolher a população em situação de rua, das periferias, negros e negras, indígenas, imigrantes e refugiados, todos e todas que vivem sob o mar de concreto e arranha-céus desta cidade. 

 

Para renovar a esperança, não temos dúvida: as mulheres serão decisivas. Serão agora, portanto, como foram durante a pandemia ao serem a maioria dos profissionais de saúde e entre os professores que mantiveram a educação de pé, mesmo tendo que enfrentar o desafio do ensino remoto em um contexto em que mães, muitas vezes sobrecarregadas, tiveram que se ocupar, ainda mais, dos cuidados com filhos e idosos. As mulheres são as que mais assumem a responsabilidade pela vida em comunidade e foram elas que, infelizmente, mais sofreram com o aumento do desemprego e com a violência de gênero. Justamente por isso, a maré que trouxe sentimentos de ódio e o autoritarismo para o nosso dia-a-dia, colocando vidas em perigo ainda maior, será virada pelas mãos das mulheres.

 

Nós apoiamos a Bancada Feminista porque São Paulo precisa da coragem e da criatividade das mulheres para fiscalizar o poder público e para formular leis e políticas públicas. Apoiamos, porque essa bancada tem origem nas lutas sociais mais urgentes da capital. Carina Vitral, uma das principais lideranças jovens do Brasil, foi presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE) no período da luta contra o golpe à presidenta Dilma Rousseff, liderou o enfrentamento aos conservadores no movimento #EleNão e foi conselheira da cidade de São Paulo na gestão de Fernando Haddad e Nádia Campeão.

 

Ao lado de Carina, na Bancada Feminista, estão mulheres diversas, com diferentes origens e trajetórias nos movimentos populares da cidade. Cláudia Rodrigues organizou, junto à União Brasileira de Mulheres (UBM) de São Paulo, um movimento de mulheres negras e periféricas. Camilla Lima, professora da rede pública de educação no Capão Redondo, é articuladora cultural da Agência Popular Solano Trindade, uma iniciativa voltada à economia criativa e empreendedorismo social. Nayara Souza é jovem, LGBT e liderança estudantil das ocupações das escolas e da Câmara. 

 

Assinamos este manifesto porque “bancamos” essa bancada. Assinamos este manifesto porque bancamos esse projeto de uma cidade igualitária, solidária, criativa e generosa para todos e todas. Assinamos este manifesto porque sabemos que a Bancada Feminista é capaz de representar, na Câmara Municipal, a resistência e a chama acesa dos nossos sonhos.

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