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Durante muito tempo as mulheres foram excluídas da política. Somos quatro mulheres diversas e queremos ocupar a Câmara de Vereadores de São Paulo com um mandato coletivo e popular: a Bancada Feminista.
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Sobre a bancada feminista

Somos quatro mulheres que dedicam suas vidas à luta feminista e aos movimentos sociais. Agora, nos unimos em um novo desafio: construir um MANDATO COLETIVO E POPULAR na Câmara Municipal de São Paulo.

Nossa LUTA já é coletiva há muito tempo. Estivemos juntas nas passeatas do 8 de março – Dia Internacional da Mulher-, na Primavera Feminista, na luta contra o golpe, nas ocupações estudantis, no #EleNão, no Tsunami da Educação e em muitas manifestações contra Bolsonaro. Por isso, sabemos que a nossa união é capaz de promover transformações, trazendo conquistas para as mulheres e para o nosso povo.

O fascismo e o conservadorismo ameaçam  os nossos direitos. Não podemos deixar o bolsonarismo tomar conta das nossas cidades. É preciso ter CORAGEM para construir a resistência em todos os espaços! Queremos levar a luta das ruas para a Câmara Municipal.  

Sabemos que a nossa cidade, as leis, e os vereadores, por muito tempo, serviram aos interesses dos ricos e poderosos e, por isso, precisamos inverter essa lógica. Nossa BANCADA FEMINISTA é composta por trabalhadoras, mulheres, negras, LGBTs e moradoras da periferia. Somos pessoas do povo e comprometidas com os direitos do povo.

Vamos conquistar uma São Paulo livre do fascismo. Venha construir esse mandato coletivo com a gente!

Conheça a Bancada Feminista

25 anos, é estudante de Publicidade e Propaganda na PUC-SP, militante do movimento LGBT e presidente estadual da União da Juventude Socialista (UJS), organização que defende a democracia e os direitos sociais e combate as desigualdades e o fascismo. Na época em que presidiu a União Estadual dos Estudantes (UEE-SP), liderou protestos contra redução do alcance do passe livre estudantil e contra o aumento abusivo de mensalidades nas universidades particulares. No mesmo período, foi protagonista do documentário premiado internacionalmente “Espero Tua (Re)Volta”, da diretora Eliza Capai, sobre as ocupações de escolas em São Paulo. É uma das lideranças do chamado “Tsunâmi da Educação”, movimento que em 2019 mobilizou milhares de estudantes em todo o país contra os cortes de investimentos no ensino público.

 

48 anos, tem dois filhos, é formada em Educação Física e trabalha no setor esportivo há 17 anos. Nesse período, foi diretora do clube municipal Thomaz Mazzoni, na Zona Norte, e coordenou o programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte. Começou a trabalhar como empregada doméstica aos oito anos e também foi atendente em posto de gasolina. Desde 2015 é presidenta da União Brasileira de Mulheres (UBM) na cidade de São Paulo. Quando começou a pandemia da covid-19, ela iniciou a campanha chamada Isolamento sem Fome, que é uma rede de solidariedade em apoio a mulheres da periferia e famílias vulneráveis atingidas pela crise econômica e sanitária. Claudinha – como é mais conhecida – é uma das organizadoras do Dia Internacional da Mulher; da Campanha 21 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência contra as Mulheres; do Julho das Pretas; e do movimento “Ele Não!”, contra Bolsonaro.

32 anos, foi conselheira da Cidade na gestão de Fernando Haddad na prefeitura e presidiu a União Nacional dos Estudantes (UNE) à época do impeachment de Dilma Rousseff, quando liderou passeatas em todo o país e comandou atos políticos no Congresso Nacional contra a redução da maioridade penal, tornando-se opositora do então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e do direitista MBL, movimento que patrocinou o caos em que o país mergulhou nos anos recentes. Durante o governo Temer, organizou ocupações estudantis e protestos contra a Emenda Constitucional 95, que congelou investimentos públicos em Educação, Saúde e outras áreas sociais. Ao presidir a União Estadual dos Estudantes (UEE) de São Paulo, em 2013, os estudantes conquistaram o passe livre estudantil na rede de transporte da Capital. Carina foi presidenta nacional da União da Juventude Socialista (UJS) de 2017 até agosto de 2020.

34 anos, reside na Vila Fundão, Zona Sul de São Paulo, é ativista cultural na região e professora de português da rede estadual no Capão Redondo. Faz parte da Agência Popular Solano Trindade – um empreendimento cultural de incentivo e fortalecimento da economia criativa localizado no Campo Limpo –, produz trabalhos em audiovisual e frequenta saraus e sambas na periferia e no centro da cidade. É codiretora do curta-documentário “Carolina”, sobre a história da escritora negra Carolina Maria de Jesus. Durante a pandemia, organizou ações de solidariedade para doar cestas básicas e outros produtos para comunidades vulneráveis, somando esforços com ativistas do território onde vive e com lideranças do Instituto Vila Fundão. Foi líder estudantil no período do curso universitário e comandou protestos contra o aumento da tarifa do transporte público em 2013.